As ráizes são cercadas de essências – Toninho aribati

As ráizes são cercadas de essências – Toninho aribati

As raízes são cercadas de essências que nos fortalecem e perfumam nosso caminho. O sonho é um a boio de nossos sentimentos. Nossos sentidos se exaltam quando algo acontece. O objetivo de alcançarmos nossas metas nos faz passar por sofrimentos que pensamos serem infinitos, por último quando vimos uma
luz no final do túnel, logo alongamos o nosso sentimento de forma remediáveis sem a presunção da desesperança. Em cada ser humano está presente a semente da almejada prosperidade. O desejo nos leva a amar como amantes na calçada esperando o sol nascer.

O livro enquanto a sua escrita traz segredos e desafios mensurados. Desafio esse que não inibiu a veia poética de diversos autores. A criação de um poema ou de uma crônica poética, o qual tento escrever, traz lições e visões diferentes de retratar um determinado assunto. O leitor aprende muito com o verso. O escritor, o poeta, bebe da mesma fonte, banha-se na mesma vereda, aprendendo com o leitor novas tendências de leitura. Esse rio da criação segue silente, carregado pelo vento.

O ato da leitura faz com que nossos sentimentos se tornem fortes e envolventes na eminência de enfrentar situação diferente, para não sofrer, ou sofrer ação do tempo. Que bom seria fôssemos um pais verdadeiramente de bons leitores. Nosso índice de leitura é baixíssimo, aliado à situação caótica com que se encontra a nossa educação, professores tirando “leite em pedra” e alunos sofrendo para aprender; não é generalizando, porém é o que mais vivenciamos no dia a dia, mas com o fio de esperança que existe em nós, mudaremos num futuro próximo essa triste realidade, com o exercício pragmático da pratica, somos
o que queremos ser, é inevitável não pensar.

Infelizmente, no mundo atual em que a violência impera, onde guerras são ressuscitadas, a poesia serve como bandeira de paz. Se no front das incertezas imperam: o ódio, a incompreensão, o desejo de vingança, a poesia abençoa com sincera e verdadeira amizade. Seria utopia o coração desprovido de armas? – Esse impulso nos faz mar revolto. Seja de longe ou de perto, o sentimento faz com que não haja fronteiras entre as cidades.

A poesia viaja o mundo das pessoas. Está provado que o poema rompe com o mundo. Uma espécie de anarquismo literário. Essa veia poética existe desde que o homem se tornou homem. Esse reencontro é de uma grandeza penetrável por onde
despertam virtudes adormecidas.

Enquanto o autor de um livro ou de um poema leva a sua mensagem, nesse mesmo viés de conclusão e interpretação, outros transcendem o sinal gráfico das letras em puro sentimento, tanto na vida sem luz como nos palcos iluminados, transformando o ser vivo num ser imortal, internalizado na mente das pessoas, de maneira lúdica e eterna, sem a intenção de blasfêmia, mas passam ser a voz de Deus, não este: onipresente, onisciente, onipotente, a pura luz que ilumina as nossas almas, mesmo sem a presença palpável, contudo nunca duvidei da sua existência, nem no pior momento de fraqueza.

Portanto, o importante nisso tudo é a preocupação que alguns escritores e poetas têm consigo, o desejo de resgate à ética e aos valores morais, com a sua totalidade de essência poética, no inicio desse terceiro milênio. Enquanto agente da própria história cuja ferramenta é a sua crença e, sua mensagem, não importa a sua linguagem utilizada. Com o avanço da tecnologia, muitos acabam desvirtuando
virtualmente o verso, tornando- o um objeto frio, sem luz. Isso é triste, porém, há aqueles que têm essa preocupação, realizando um trabalho puro, sincero, que sensibiliza o leitor. Por isso ainda aposto num sentimento puro, não de forma ingênua, mesmo que tarde, espero que os homens se encontrem para falar de amor. Que os mesmos se entrelacem as mãos, para que tantas outras façam dessa mensagem a lição para ser lida e relida por muitas gerações. A luz! – O sol. Qual a diferença? – Sol, permeando o sonho humano. Quando Deus criou o planeta Terra, nos deu o Sol gratuitamente, para iluminar os nossos
caminhos.

Toninho Aribati

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