O Comportamento – Toninho Aribati

O Comportamento – Toninho Aribati

Para falar do comportamento das pessoas não é tão simples assim, principalmente quando não se trata de um estudo de caso, conduzido com parâmetros de uma pesquisa científica. Mas nem por isso, há caso em que a recíproca é verdadeira e a intuição não falha, diz muito aquilo que é perceptível, principalmente quando fazemos uso de boas informações, existem opiniões baseadas em experimentos que nos dão uma boa noção dessa suposta complexidade, por alguns pontos ainda desconhecidos. A orientação dos mais entendidos do assunto procura alertar de forma categórica, quando dizem que não é recomendável que façamos conclusões de tal magnitude de maneira precipitada, para não correr o risco de generalizar os fatos, seja qual for a percepção. Nem tampouco, proceder-se numa visão única por se tratar de procedimentos que possa contribuir para um provável desencontro de informação, por se tratar da natureza humana.

Na maioria das vezes usamos da plenitude subjetiva vista por qualquer razão. O poder que temos de
pensar e refletir, sobre as interfaces das constantes mudanças comportamentais, que possa envolver o
individuo no seu convívio social.

Esse conto poético nada mais é, uma semântica do que possa ajudar a observar sobre a oscilação que
tanto envolve os que mais oscilam entre um comportamento e outro. Ao contrário de tudo isso, bastaria
sermos comuns aos outros como se fôssemos nós mesmos, passando por outra pessoa ou vice-versa,
representando um determinado papel, contido na mesma história. Mas as coisas não são bem assim; não somos e nem seremos analisados dessa forma, até porque o sistema nos vê de maneira funcional e nem tudo tem o mesmo sentido de igualdade. Somos diferentes uns dos outros em quase tudo, a nossa maior semelhança possivelmente seja somente a física a qual não basta, é necessário levar em conta outros aspectos: os sentimentos, os hábitos, as atitudes comportamentais.

A sociedade, vista na observância dos mais atentos, tem demonstrado estar em constante mutação
comportamental, igual já foi dito entes. Em função disso, as coisas têm mudado de forma rápida voltado a qualquer tempo presente, sempre estamos diante de um novo cenário, cuja força que exerce sobre nós as organizações institucionais é algo impressionante, geram imediatas mudanças de toda natureza
relacionada as decisões a serem tomadas. O que mais se ouve com frequência das pessoas, que
atualmente tudo é relativo aos procedimentos delas. Em função disso: não é precipitar em afirmar que a todo instante criamos e abandonamos certo tipo de conceitos, que achamos ser mais ou menos
importante que outros. Não necessariamente se são bons ou ruins. O mundo que criamos é talvez adverso a nós mesmo, ou seja, a sociedade a qual fazemos parte não é de interesse e desejo dela que sejamos felizes.

A palavra inovação está no auge da moda, só de dizer já implica variação em nós, uma sensação gerada que não vamos dar conta de manter os princípios mais alimentares para conduzir uma boa relação de lealdade e de decência. Há que dizem e pensam sim! – por um pacto de negócio vende á alma. Contudo, ainda há os que resistem não aceitar certas facilidades comprometedoras para depois não ser julgado ou fazer jus aos enganos. Os princípios morais, a ética, a honestidade, são marcas hoje valiosas que caracterizam o cidadão de bem. Todos esses princípios independentes qual seja o indivíduo o certo seria zelar por eles, na continuação de ser bons exemplos. Porem, Infelizmente muitos usam de maneira relativa tanto abaixo ou acima das expectativas pra não dizer, da forma que lhes convém. Com a condição que é revelada o procedimento vai prevalecer à individualidade ambígua de cada um. O caráter passa ser condicional a determinada situação não é relevante fazer jus de valor que possa doutrinar o ser. Sem querer generalizar os fatos, para não polemizar sobre regras já estabelecidas, porém é mais que real tudo passou a ser visto como um jogo, o qual não se pode empatar que dirá perder.

Os mais práticos usam a conveniência para definir o seu interesse próprio, preferem interpretar da
sua maneira ambígua para não avaliar se é correto ou não. Esses mesmos não levam em conta se vai ou
não ferir o princípio do outro. O grande negócio é obter vantagem, não importa os meios para chagar ao
resultado que se acha satisfatório. Os princípios morais não são levados em conta se vai ser questionado
ou não, por aqueles que cobram mais lisura das ações, mas a falta deles passa ser compreensivel para os
que acham que tudo é relativo, até mesmo as forças negativas que impõem o lado injusto de quem sente
sobre si a injustiça, não importa se será a causa da tamanha discórdia que está havendo no mundo atual.
Visto nessa era de avanço dos mecanismos evolutivos pode considerar que comunicação dispara
à frente de tudo que se diz evolução, isso sem sombra de dúvida o mundo está globalizado pela
comunicação. Não importa se a disparidade que separam os pobres dos mais ricos, o feito de não saber
no seu tempo certo pode estar ligado por uma questão de informações privilegiadas, se não, pode morrer sem que sirva o sistema. Quando não! Almejam saber o mistério que acontece de muitos por desespero abandonando à sua própria espiritualidade, a sua fé em Deus. Sem a presença tamanha do divino na vida de cada um de nós tende acontecer o pior, alguém sabe o sentido figurado da palavra quem é o diabo? Sem muita explicação presenciamos de cenas lamentáveis, por falta de um pouco mais de tolerância usam de violência matando o outro tão facilmente, ou morrendo também imagino ser uma explicação diabólica.

Viram corruptos e corruptores, roubam e chegam ao absurdo de queimar uma pessoa em vida, sem nenhum tipo de complacência ou piedade quando a suposta vítima clama por misericórdia, parece não ter ouvido nem olhos, tampouco coração. E se não bastasse estripam fazem tudo aquilo que não se deve fazer com o seu próximo. Esse tipo de monstruosidade passa ser normal a certas delinquências que demonstra ser feita com requintes de crueldade e covardia, sofrida por determinadas pessoas, o sentimento da preservação e perpetuação da vida elas não tem.

A esperança deve ser infinita o mal não pode nunca vencer o bem, temos que acreditar com toda a força
para fortalecer esse fio de esperança que ainda existe, não importa se os poetas não vão ver a
transformação de tantas coisas ruins em coisas boas, mas segundo os poetas… não importa mais. O
importante para eles será a sequência das boas ações, pois enquanto profetas do tempo valerá sempre à
pena propagar o bem.

Toninho Aribati

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